Aos quatorze de fevereiro de 1996, recebemos um precioso presente do céu. Nasceu na Santa Casa de Misericórdia de Avaré Tayllise, a quem carinhosamente chamamos de Tatá. Pesando 3200kg e medindo 0.47cm nasceu de parto cesárea.
Cabelinho espetado, pele bem branquinha e dedinhos compridos.
Não houve nenhuma intercorrência durante o parto com exceção de ter chorado só após ser aspirada. Tivemos alta no dia seguinte.
Foi amamentada somente até os três meses tendo que ser completado com NAN 1 no início, mas logo o leite secou completamente passando assim para o leite de vaca.
Quem são seus familiares e onde moram?
Papai: Fábio Sodário Cruz
Mamãe: Danieli de Campos Dainezi
Meu irmão: Felipe Dainezi Sodário Cruz
Eu, mamãe e Felipe moramos na casa dos meus avós maternos, Ildo e Lurdinha, na cidade de Avaré – SP.
Já o papai, mora com sua esposa Viviane na cidade de Arandú – SP. (cidade vizinha).
“COMO TUDO ACONTECEU”
Com aproximadamente três meses percebi que a Tayllise não ganhava peso. Queria mamar o tempo todo e chorava muito. Esgotei meu leite e vi que a quantidade estava sendo insuficiente, ela chorava de fome. Assim que completei com a mamadeira ela dormiu a tarde toda.
Percebi também que tinha dificuldade para arrotar, ás vezes o leite voltava e acabava engasgando ficando cianótica (roxinha) em seguida. Isso foi tornando-se cada vez mais freqüentes e logo em seguida ficava molinha e adormecia.
Passamos pelo pediatra em Botucatu, que após examiná-la nos pediu que fizéssemos um EED (exame radiológico para análise do esôfago, estômago e duodeno), o qual foi comprovada sua suspeita: REFLUXO GASTRO ESOFÁGICO (retorno do conteúdo estomacal para o esôfago).
Passou a ser medicada com Prepulsid e nos orientou a deixá-la sempre em decúbito elevado e quando estivesse no berço sempre com a funda (usada para que a criança não escorregue por estar elevada). As mamadeiras passaram a ser engrossada com Mucilon.
Mesmo sendo medicada e seguindo as recomendações as “crises” continuavam.
Fomos então encaminhadas pelo pediatra ao neurologista que após fazer eletrencéfalo e não acusando nenhuma espécie de convulsão medicou-a com Tegretol. Mesmo assim continuaram as “crises”.
Fomos encaminhados pelo neuro ao cirurgião gástrico que após examiná-la e visto novo EED disse ser grave precisando urgente de uma cirurgia, pois poderíamos perdê-la se assim não procedêssemos.
Na manhã seguinte voltamos para Botucatu e internamos a Tayllise na Santa Casa de Misericórdia desta cidade.
Após a cirurgia de refluxo passou a ser alimentada por sonda naso-gástrica (procedimento utilizado para suplementação da dieta em que não há condições de deglutição).
Teve alta em cinco dias, mas tivemos que retornar ao hospital na semana seguinte devido a uma intoxicação alimentar decorrida a dieta prescrita pelo cirurgião (leite materno com ½ gema de ovo).
A partir daquele dia Tayllise passou a ficar períodos no halo de oxigênio (aparelho onde se concentra maior volume de ar).
Quando se recuperou da intoxicação teve pneumonia passando a ser aspirada várias vezes ao dia, sendo tapotada (procedimento usado na terapia respiratória) após as inalações e ficou totalmente dependente do oxigênio.
Ficamos quatro meses internados na Santa Casa de Misericórdia de Botucatu sem ter alta.
Nesse período foram feitos alguns exames como: punção de liquor (aspiração do liquor na medula espinhal, através de uma agulha para exame citológico), exame do suor (medição da dosagem do sódio e cloro no suor, para diagnosticar existência de fibrose ou mucovicidose, doenças genéticas), tomografia, endolaringoscopia e feita também exploração de fistula (pequeno orifício) na traquéia.
Com sete meses de vida teve uma parada cárdio respiratória sendo então transferida para Faculdade de Medicina.
Permaneceu alguns dias na UTI, onde os docentes descobriram que a parada foi devido ao uso desnecessário de Digoxina que acabou também trazendo outras complicações, como dilatação do baço e coração.
Após ser transferida para o quarto, teve alta sete meses depois.
Nesse período, teve treze pneumonias de repetição passando a ficar dependente do oxigênio, passou por vários exames para ver se diagnosticava algum tipo de doença muscular ou degenerativa, mas nenhum resultado confirmativo.
Feito mais duas vezes o teste do suor (medição da dosagem do sódio e cloro no suor para diagnosticar existência de Fibrose Cística/Mucovicidose), que também não foi constatado nada.
Com 11 meses foi indicada cirurgia para introdução de sonda de gastrostomia (para a retirada da naso) e biópsias de músculo e pulmão.
O procedimento para colocação do intracath (usado para infusão de medicação por períodos curtos ou prolongados que administrado não é irritante para a veia), foi feita na sala do ambulatório da pediatria da Universidade, que infelizmente não estava preparada para tal procedimento.
Foi administradas três doses do Dormonid (sedativo) de uma só vez, que segundo o residente, procedeu assim por saber que a Tayllise era difícil de ser sedada.
Após a sedação, Tayllise entrou em “crise” tendo que ser aspirada, mas como não tinha aspirador na sala acabou tendo uma parada cárdio respiratória. Enquanto o residente e a enfermeira tentavam encontrar um aspirador, eu com um chumaço de gaze, tirando a secreção da boca e aumentando o oxigênio tentava reanimá-la, mas foi em vão.
Tayllise fez novamente pneumonia por ter aspirado secreção, mas mesmo assim, com febre (omitida ao anestesista), foi levada ao centro cirúrgico e feito às cirurgias.
Quando entrei na UTI, depois que ela saiu do centro cirúrgico, e olhei para minha filha, logo percebi que algo grave tinha acontecido. Ela estava entubada, com dreno em cada um dos pulmões, bastante inchada e tremia muito devido aos espasmos.
Não me lembro ao certo por quanto tempo ela ficou na UTI. Pra mim, aqueles dias foram uma eternidade.
Quando tiraram o sedativo, pude ter certeza que minha filha não era a mesma criança. Parecia que olhava através de mim, não me conhecia mais, não respondia a nenhum estimulo, não pronunciava mais nenhuma palavra, só gemia, como se fosse um gatinho.
Pra mim tudo aquilo foi um choque, aquela criança alegre, peralta, que adorava dançar, brincar com brinquedos de encaixe e pedagógicos, que brincava de esconde-esconde com o travesseiro estava parecendo uma boneca, bem diferente da minha bonequinha.
Quando voltamos pra casa o nosso quarto parecia uma UTI.
Com a sonda de gastrostomia as crises foram melhorando, ela foi ganhando peso, mas uns dois meses depois fez um pneumotórax (que é o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana (pleura) que reveste internamente a parede do tórax. O ar, ao entrar entre o pulmão e a parede torácica, pode comprimir o pulmão e causar dificuldade para respirar, causando deslocamento no coração e, até a morte).
Corremos para o Pronto Socorro aqui de Avaré, e depois de ser drenada pelo pneumo de plantão a transferiu novamente para Faculdade de Medicina.
Nesse período já estavam prontos os resultados da biópsias.
Muscular: encefalopatia mitocondrial (doença que afeta o sistema nervoso).
Pulmonar: fibrose cística intersticial idiopática (funcionamento anormal das glândulas que produzem o muco, suor, saliva, lágrima e suco digestivo. Doença herdada geneticamente).
Logo quando teve alta, tivemos a oportunidade de procurar especialistas no assunto e voltar a ter o antigo pediatra como o médico responsável pela Tayllise.
Ele nos encaminhou para São Paulo a um neurologista que nos orientou para que fizéssemos uma biópsia de medula óssea para diagnosticar algum tipo de doença hematológica ou metastática. Diagnóstico: Medula óssea dentro dos limites de normalidade.
Nos encaminhou ao Dr. André Feher (pneumologista) que pediu a reavaliação da biópsias feita na Faculdade de Medicina, em um outro laboratório ali mesmo em São Paulo. Diagnóstico: Biópsia de pulmão (1 lâmina) :- Dano alveolar difuso mostrando edema, fibrose septal, hemorragia intra-alveolar e áreas focais com esboço de formação de Membrana Hialina. Mínimo infiltrado inflamatório e hiperplasia do revestimento alveolar. Ausência de reação granulomatosa. Ausência de malignidade.
Refeito biópsia muscular tendo como Diagnóstico: Músculo com predomínio de fibras tipo II e atrofia predominante do tipo II.
Nota: A atrofia do tipo II é observada nos processos neurogênicos, uso de corticoesteróides ou por desuso.
As patologias do sistema nervoso central podem cursar com predomínio de fibras tipo II.
Devido a esse diagnóstico, sugeriu que fizéssemos um exame de Eletroneuromiografia (já que havia uma suspeita anterior), para confirmar ou afastar definitivamente este diagnóstico.
Esse exame teve como conclusão:
1. Exame ENMG dentro dos parâmetros da normalidade nos quatro membros. Não há evidências de uma miopatia, mononeurite múltipla, polineuropatia periférica e ou de uma afecção da ponta anterior da medula.
2. Estudo da reatividade autonômica simpática periférica distal, mediada por fibras amielínicas do tipo C, apresenta-se sem anormalidades nos quatro membros, indicando não haver uma polineuropatia autonômica.
3. Estudos dos reflexos de longa latência nos quatro membros, envolvendo um longo arco reflexo transcortical, não demonstra a presença de reposta C, indicando não haver uma mioclonia central.
Desde então, Tayllise passou a dar seguimento com seu tratamento em São Paulo.
Tirado o corticóide passou a desmamar do oxigênio até conseguir ficar totalmente independente dele. Não teve mais pneumonias nem crises.
O que foi diagnosticado é que aquelas “crises” deram-se devido a um problema de disfagia (incoordenação para deglutir). Por essa razão teve tantas pneumonias por aspirar alimentos e até mesmo secreção.
Seu caso se diagnosticado anteriormente se resolveria com sessões de fonoaudiologia sem maiores complicações.
Passou a se desenvolver bem no sentido motor, até que luxou os quadris precisando ser feita correção dos membros inferiores e deixando então a terapia á cavalo (Eqüoterapia). Teve que ficar imobilizada com gesso por algum tempo.
Decorrente a isso perdeu tudo o que ganhou com a fisioterapia (sustentação de cabeça, ficar em pé com ajuda do calander, segurar objetos...).
Nesse período que esteve com gesso foi difícil acomodá-la, pois o gesso a imobilizava da cintura até o tornozelo. Calçávamos as costas para melhor acomodá-la, mas mesmo assim resultou numa grande escoliose. Tentamos corrigi-la com aparelho, mas não deu resultado. Segundo ortopedista será corrigida somente com cirurgia, pois está prejudicando seu aparelho respiratório.
Fizemos também, exame de videofluoroscopia da deglutição (é a captação de imagens no momento da deglutição em fitas de vídeo) que com a ajuda de uma fonoaudióloga poderá voltar a se alimentar via oral.
Fora isso, Tayllise tem fases que entra em crises de choro, outras que não consegue dormir nem mesmo com a ajuda de medicamentos, períodos que se encontra com bastante espasticidade (contrações dos músculos, muitas vezes dolorosas), outras com clônus (movimento confuso violento é uma série de contrações musculares involuntárias devido a um estiramento súbito do músculo).
Assim em cada fase vamos tentando buscar uma melhor qualidade de vida para ela e também nos adaptando conforme suas necessidades.
O que diz o Neuro e a Fisio?
Relatório prescrito por Dr. José Salomão Schuwartzman.(neurologista)
Tayllise Dainezi Sodário Cruz, nascida em 14/02/96 é minha paciente sendo acompanhada desde abril de 1998.
Apresenta quadro de Paralisia Cerebral Espástica (CID 10 G80.0), uma forma de Encefalopatia Crônica, acompanhada por microcefalia, manifestações convulsivas e severo prejuízo global no seu desenvolvimento.
O quadro é severo, crônico e irreversível e, em razão dos prejuízos referidos, impossibilita que a paciente seja independente para grande parte das atividades de vida diária.
Relatório prescrito por Emiliana Peres Ipólito (fisioterapeuta)
A paciente Tayllise Dainezi Sodário Cruz, iniciou a fisioterapia três vezes por semana em minha clínica no ano de 2000, com 4 anos de idade. Apresentando um quadro de encefalopatia de etiologia ainda não determinada, seu quadro clínico era atípico e os vários exames realizados não puderam determinar, com certeza, a causa do problema. Já havia uma melhora significativa após algumas mudanças na conduta medicamentosa. Mostrava-se mais responsiva aos estímulos, menos espástica, já estava tentando controlar cabeça e tronco, demonstrava também suas vontades com algum contacto visual e sorriso social.
Tratava-se de um quadro severo onde o prognóstico era bem problemático.
No ano de 2001, já estava mais atenta e respondendo melhor o objeto com olhar. Estava menos espástica, mas apresentava clônus nos pés e vários espasmos durante o dia.
Em 2004 apresentou luxação de quadril, onde passou por duas cirurgias, pois fez um membro de cada vez. Com isso mudamos sua conduta fisioterápica, só podíamos fazer exercícios passivos, assim não obteve muitos resultados durante esse tempo.
Apresenta agora uma escoliose bem acentuada que atrapalha até mesmo sua respiração. Embora esse tempo tenha atrapalhado muito nosso trabalho na fisioterapia, estamos persistindo a todo o momento, com resolução da espasticidade dos membros, aquisição de posturas sentada sem apoio, estimulação visual, sonora, tátil, posição em pé e alongamentos.
COMO TAYLLISE TEM PASSADO?
2008 não foi um ano muito fácil para nós, principalmente para Tayllise.
Entramos numa nova fase, a de termos em casa um “Bebê-pré-adolescente”, pois agora Tayllise já é uma mocinha.
· Devido a cólicas menstruais passou a fazer uso de contraceptivo, também para melhor higienização, já que faz uso de fralda descartável.
Mesmo assim, ainda tinha cólicas e expelia grandes coágulos. Descobrimos que um de seus medicamentos (Carbamazepina) cortava o efeito do contraceptivo, então trocamos o contraceptivo oral pelo intramuscular (Depo Provera) aplicado a cada três meses.
· De Fevereiro até Julho de 2008 passamos pela fase mais demorada que já tivemos. Ela chorava muito e constantemente. Vejo que uma das maiores dificuldades de pais de crianças especiais (que não conseguem se comunicar) é tentar adivinhar o que se passa com elas.
Não havia posição, medicamento para dor que fizesse com que parasse de chorar. Passamos pelo pediatra, neuro, gastro, ortopedista, ginecologista e não conseguíamos descobrir porque ela chorava tanto.
O que dava para perceber é que eram fortes dores abdominais acompanhadas de espasmos.
Verificando a bula de um dos medicamentos mais recentes (Carbamazepina) que tinham sido administrados, percebi uma extensa lista de efeitos colaterais o qual cita sobre dores abdominais e cãibras.
Após consultar seu neurologista, foi feita a troca para o Trileptil, que mesmo assim continuaram seus sintomas.
Então, com o seu consentimento, suspendemos o medicamento e as dores foram aos poucos cessando, semanas após a retirada. Foi feito eletroencéfalo e graças á Deus estava tudo bem.
· Intercalamos as sessões de fisioterapia com sessões de massagem. Percebi que desde essa mudança a Tayllise tem progredido mais rápido.
· Mudamos também a alimentação tradicional com legumes, verduras, carne, frutas pela dieta enteral com NUTREM 1.0. Ganhou mais peso, está mais perceptiva, se movimenta mais e está controlando por mais tempo a cabeça. (Em dois meses ganhou quatro quilos).
· Em breve fará aplicações de “toxina butolinica” nos braços, mãos e pés, conforme orientação da Terapeuta Ocupacional.
Essa toxina é aplicada diretamente nos músculos afetados, fazendo com que aja um relaxamento temporário da musculatura, facilitando o trabalho de fisioterapia e permitindo que ela se movimente com mais facilidade. Sua durabilidade é de seis meses tendo então que ser refeita nova aplicação.
· Recentemente fez um exame para verificar existência de Síndrome de Pompe (teste para medir a atividade enzimática do paciente, para diagnosticar moléstia neuromuscular rara).
Diagnóstico: Não compatível com Doença de Pompe.
· Em novembro e dezembro de 2008 teve uma erosão gástrica provocada por uma acidez excessiva do estômago que feriu a pele ao redor da sonda provocando muita dor. Passou por três pequenas cirurgias devido ao aumento do orifício da sonda causado pelo ácido estomacal, tendo que ser dado alguns pontos no local.
“Quem são os profissionais que cuidam da Tayllise hoje?”
Emiliana Peres Ipólito Crefito 3/10753
Fisioterapia Geral
(Drenagem Linfática/ RPG)
Rua: Espírito Santo, 984-Centro.
Cep 18700-060 – Avaré / SP
Tel: (14) 3731-2037 Cel: (14) 9717-2094
Dr. José Teodoro Veneziano Tonette CRM 17356
Instituto de Pediatria
(Puericultura - Pediatria em Geral - Neonatologia)
Rua: Dr. Costa Leite, 1444 – Botucatu – SP
Tel: (14) 3882-1931
Dr. José Salomão Schwartzman CRM 10 485
Clínica Neurológica da Infância e Adolescência
(Eletrencefalografia – Mapeamento da Atividade Elétrica cerebral)
Rua: França Pinto, 941 – Vila Mariana – São Paulo – SP.
Cep: 04016-034
Telefax: (011) 5571-7743 / 5579-6292
Dr. João Vernieri Sobrinho CRM 10 857
Unipot (Unidade Paulista de Ortopedia e Traumatologia)
Rua: dos Otonis, 709 – Vila Mariana – São Paulo – SP.
Tel: (011) 5572-3699 / Fax: (011) 5571-9641
Dr. Caio César Benetti Filho CRM 73 295
(Neurologia – Neuropediatria Genética Clínica)
SOMATUS – Clínica médica e reabilitação.
Largo: São José, 125 – Centro – Botucatu – SP.
Cep: 18602-113
Sandra Cristina Pizzocaro Volpi Crefito 3/749
(T.O Reabilitação Física em Neurologia)
SOMATUS – Clínica médica e reabilitação.
Largo: São José, 125 – Centro – Botucatu – SP.
Cep: 18602-113
Dr. Cláudio Hayao Tokunaga Crm 79 794
(Cirurgia Pediátrica)
Rua: Santa Catarina, 1981 – Hospital Unimed – Bairro alto – Avaré – SP.
Cep: 18708-005
Tel: (014) 3732-0618 Cel: (014) 9778-4949
Dr. Afonso Celso Ramires Rosário CRM 50 150
(Ginecologia e Obstetrícia)
Rua: Domiciano Santana, 1269 – Centro – Avaré – SP.
Cep: 18700-080
Tel: (014) 3732-2977 Fax: (014) 3733-2300
Dr. Marcos C. Galati CRM 89 309
Otorrinolaringologista
(Especialista pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia)
Rua: Goiás, 1337 – centro – Avaré – SP.
Tel: (014) 3732-0953
Luciana Natal Lopes Peres CRN-3- 19376
Nutricionista
Cel: (014) 9797-0584
Maria Alves Nunes Titon
(Massagem – Shiatsu – Do-In – Reflexologia Podal)
Trav. Benjamim Araújo Novaes, 37
Cep: 18700-275 –Avaré – SP
Tel: (14) 3732-2637
Dr. Cleiry Ap. Marques R. Alves CROSP-23781
Odontopediatria (Especialização FOB-USP)
(odontopediatria – odontologia para bebês – programa da prevenção da cárie bucal)
Av. Misael Euphrasio Leal, 515 – Avaré – SP
Tels: (14) 3732-4300 – 3732-3615
Mariana Pilar Nunes CRF 11.553
Fonoaudióloga
Clinica Pró- Vida
Rua: Distrito Federal, 1174 – Avaré – SP
Tels: (14) 37339545 - 37326026








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